terça-feira, 6 de setembro de 2011

Hemorroidas

Hemorroidas são veias dilatadas e inflamadas no ânus e reto que podem causam dor, coceira e sangramento anal. Neste texto vamos abordar as causas, sintomas e tratamento das hemorroidas.
O que são hemorroidas?
A porção terminal do trato digestivo é composta pelo reto, pelo canal anal e pelo ânus propriamente dito. Como em qualquer outra parte do nosso corpo, essa região é vascularizada por artérias e veias, que recebem o nome de artérias e veias hemorroidárias.
Ao contrário das veias do resto do corpo, as veias hemorroidárias não possuem válvulas para impedir o represamento de sangue. Portanto, qualquer aumento da pressão venosa dessas veias propicia o seu ingurgitamento.
Hemorroidas ou doença hemorroidária é o nome que se dá a essa dilatação das veias do reto e ânus, podendo vir acompanhada de inflamação, trombose ou sangramento.
 As hemorroidas são classificadas em:
- Hemorroidas internas: quando ocorrem no reto
- Hemorroidas externas: quando ocorrem no ânus ou no final do canal anal.
As hemorroidas internas são ainda classificadas em 4 estágios:
- Hemorroidas grau I: não prolapsam através do ânus
- Hemorroidas grau II: prolapsam através do ânus durante a evacuação mas o retornam à sua posição original espontaneamente
- Hemorroidas grau III: prolapsam através do ânus e a sua redução só é conseguida manualmente
- Hemorroidas grau IV: estão prolapsadas através do ânus e a sua redução não é possível
As hemorroidas internas grau I não são visíveis; Hemorroidas grau II normalmente passam despercebidas pelos pacientes. Como o reto e o canal anal possuem pouca inervação, elas não costumam causar dor.
As hemorroidas externas são facilmente identificadas e costumam inflamar causando dor e/ou prurido (comichão).
 Hemorroidas causas
As hemorroidas são um distúrbio muito comum. Estima-se que na população acima dos 50 anos mais da metade sofra de hemorroidas em graus variáveis.
Os principais fatores de risco são:
- Constipação intestinal (prisão de ventre)
- Esforço para evacuar
- Obesidade
- Diarreia crônica
- Prender as fezes com frequência, evitando defecar sempre que há vontade.
- Dieta pobre em fibras
- Gravidez
- Sexo anal
- História familiar de hemorroidas
- Tabagismo
- Cirrose e hipertensão portal
- Ficar longos períodos sentados no vaso sanitário (há quem ache que o próprio design dos vasos propicie a formação de hemorroidas).
O hábito de evacuar agachado, e não sentado, muito comum no oriente médio e Ásia, está associado a uma menor incidência de hemorroidas.
Independente dos fatores de risco, as hemorroidas se formam quando há aumento da pressão nas veias hemorroidárias ou fraqueza nos tecidos da parede do ânus, responsáveis pela sustentação das mesmas.


Hemorroidas | sintomas
As hemorroidas podem ser sintomáticas ou não. Como já dito anteriormente, as internas tendem a ser menos sintomáticas. O único sinal indicativo da sua presença pode ser a presença de sangue ao redor das fezes ao evacuar.
O sangramento se apresenta tipicamente como pequena quantidade de sangue vivo que fica ao redor das fezes, e por vezes, fica pingando no vaso depois do término da evacuação. É comum também haver sangue no papel higiênico após a limpeza.
As hemorroidas internas podem causar dor se houver trombose ou quando o esforço crônico para se evacuar causa o prolapso da mesma para fora no canal anal. As hemorroidas internas de grau III e IV podem estar associadas à incontinência fecal e à presença de corrimento mucoso que provoca irritação e prurido anal.
As hemorroidas externas são por via de regra sintomáticas. Estão associadas a sangramentos e dor ao evacuar e ao sentar. Em casos de trombose da hemorroida, a dor pode ser intensa. O prurido é outro sintoma comum. As hemorroidas externas são sempre visíveis e palpáveis.
Apesar de ser uma causa comum de hemorragia retal, é importante nunca assumir que o seu sangramento é devido a hemorroidas sem antes consultar um médico. Várias doenças, como fissura anal, câncer do reto, doença diverticular e infecções também podem se manifestar com sangue nas fezes. O sangramento costuma ser de pequena quantidade, mas, por ser frequente, pode levar a anemia em alguns casos
HEMORROIDAS NÃO VIRAM CÂNCER! Porém, os sintomas podem ser parecidos com os tumores intestinais, principalmente nas neoplasias do reto e ânus. Por isso, é importante estabelecer o diagnóstico diferencial, especialmente em maiores de 50 anos.
Diagnóstico
Nas hemorroidas externas o exame físico é suficiente para o diagnóstico. Nas internas é preciso realizar o toque retal e, na dúvida, a anuscopia (uma mini-endoscopia onde se visualiza o reto).
Em doentes idosos com sangramento pelo reto, mesmo que se identifiquem hemorroidas, é conveniente realizar a colonoscopia para se descartar outras causas. Como as hemorroidas são muito comuns nesta faixa etária, nada impede que o paciente tenha uma segunda causa para o sangramento, como um câncer do intestino.
Hemorroidas | tratamento - Remédios para hemorroidas
O médico especialista em hemorroidas é o proctologista.
Durante as crises, os banhos de assento com água morna podem trazer alívio para os sintomas agudos. Nas grávidas sugere-se compressas úmidas mornas. Deve-se também evitar limpar o ânus com papel higiênico, dando preferência ao bidê ou a jatos de aguá morna.
Nas pessoas com constipação intestinal, laxantes então indicados para se diminuir a necessidade de fazer força ao evacuar.
Pomadas e cremes para hemorroidas podem ser usados, uma vez que servem de lubrificante para a passagem das fezes e geralmente contém anestésicos em sua fórmula. O alívio é apenas temporário e não se deve usar esses cremes indefinidamente sem orientação médica. Supositórios com corticoides são outra opção quando há muita dor ou comichão, porém, é um tratamento que não deve ser usado por mais de 1 semana devido aos seus possíveis efeitos colaterais. Uma dieta rica em fibra diminui a incidência de sangramentos e pode aliviar também a coceira. Apesar de ser um dica muito famosa, não há provas de que alimentos com pimenta piorem os sintomas. Isto deve ser avaliado individualmente.
Nas pequenas hemorroidas externas com trombos o tratamento pode ser feito no consultório médico com uma pequena incisão, com anestesia local, para retirada dos coágulos. Isto é suficiente para o alívio dos sintomas.
Em casos mais graves, pode ser necessária a laqueação elástica. Uma borracha é introduzida na base das hemorroidas, causando estrangulamento e necrose das mesmas. Depois de alguns dias, a hemorroida "cai", saindo sozinha pelo ânus junto com o elástico. É uma técnica que pode ser feita no próprio consultório do proctologista. Costuma ser indolor e muitas vezes não se usa nem anestesia.
Outra opção é a escleroterapia que consiste na injeção de uma solução química que causa necrose das hemorroidas. Uma terceira opção é a coagulação à Laser. Das três técnicas, a ligadura elástica é a que apresenta melhores resultados.
Se as técnicas pouco invasivas não surtirem efeito, ou se a hemorroida for muito grande, o tratamento é feito com cirurgia tradicional, chamada de hemorroidectomia.

THD - sonda com doppler e agulha para sutura
Uma nova opção de tratamento para hemorroidas é a desarterialização hemorroidária transanal guiada por Doppler (THD), uma técnica criada em 1995 e aperfeiçoada ao longo dos últimos anos. A técnica consiste na introdução de um pequeno aparelho de doppler (ultra-som) no ânus para identificação das artérias hemorroidarias; através de uma pequena agulha essas artérias são suturadas de modo a reduzir o fluxo de sangue que chega nas regiões onde existem as hemorroidas. Chegando menos sangue, a pressão dentro das hemorroidas diminui, fazendo com elas "sequem".
A técnica THD não tem cortes e o risco de sangramento é muito baixo. O pós-operatório é menos doloroso que nas técnicas com cortes e há baixo índice de recidivas das hemorroidas. O tempo de recuperação é mais curto e o paciente consegue voltar às atividades normais em 48h. O procedimento é feito com anestesia local e uma leve sedação.
O THD é uma técnica relativamente nova e ainda não há trabalhos que comparem sua eficácia a longo prazo com as técnicas mais antigas, porém, a tendência é que se transforme no método de eleição no tratamento das hemorroidas.


Fonte: MD SAÚDE

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Refrigerantes: Um Problema para os Dentes

Nas diversas regiões do Brasil, as pessoas usam palavras diferentes para identificar um refresco adocicado e gaseificado ? o refrigerante. Porém, não importa o nome que se use, trata-se de algo que pode provocar sérios problemas de saúde bucal.
Os refrigerantes destacam-se como uma das fontes mais importantes de cárie dental presentes na dieta, atingindo pessoas de todas as idades. Ácidos e subprodutos acidíferos do açúcar presente nos refrigerantes desmineralizam o esmalte dental, contribuindo para a formação das cáries. Em casos extremos, o esmalte desmineralizado combinado com escovação inadequada, bruxismo (hábito de ranger os dentes) ou outros fatores pode levar à perda dental.
Bebidas sem açúcar, que respondem por apenas 14 porcento do consumo total de refrigerantes, são menos prejudiciais1. Entretanto, elas são acidíferas e têm potencial para causar problemas.

Está-se Bebendo Cada Vez Mais

O consumo de refrigerantes nos Estados Unidos aumentou drasticamente em todos os grupos demográficos, especialmente entre crianças e adolescentes. O problema é tão grave que autoridades de saúde como a American Academy of Pediatrics começou a alertar sobre os perigos.
Quantas crianças em idade escolar bebem refrigerantes? Estimativas variam de uma em cada duas à quatro em cada cinco consumindo pelo menos um refrigerante por dia. Pelo menos uma em cada cinco crianças consome um mínimo de quatro porções por dia.2
Alguns adolescentes chegam a beber 12 refrigerantes por dia.3
Porções maiores agravam o problema. De 180 ml na década de 80, o tamanho do refrigerante aumentou para 570 ml na década de 90.
Crianças e adolescentes não são as únicas pessoas em risco. O consumo prolongado de refrigerantes tem um efeito cumulativo no esmalte dental. Conforme as pessoas vivem mais, mais pessoas terão probabilidade de apresentar problemas.

O Que Fazer

Crianças, adolescentes e adultos podem se beneficiar com a redução do número de refrigerantes que consomem, e também com as terapias bucais disponíveis. Eis algumas medidas que você pode tomar:
  • Substitua o refrigerante por bebidas diferentes: Tenha na geladeira bebidas que contenham menos açúcar e ácido, como água, leite e suco de fruta 100% natural. Ingira essas bebidas e estimule seus filhos a fazer o mesmo.
  • Enxágüe a boca com água: Depois de consumir um refrigerante, faça um bochecho com água para remover vestígios da bebida que possam prolongar o tempo que o esmalte fica exposto aos ácidos.
  • Use creme dental e solução para bochecho com flúor: O flúor reduz as cáries e fortalece o esmalte dental, portanto escove com um creme dental que contenha flúor, como o Colgate Total® 12. Fazer bochechos com uma solução com flúor também pode ajudar. Seu dentista pode recomendar um enxaguatório bucal que você compra na farmácia ou supermercado ou prescrever um mais concentrado dependendo da gravidade do seu problema. Ele também pode prescrever um creme dental com maior concentração de flúor.
  • Faça aplicação de flúor com o profissional: Seu dentista pode aplicar flúor na forma de espuma, gel ou solução. Os refrigerantes são implacáveis com seus dentes. Reduzindo a quantidade que você ingere, praticando uma boa higiene bucal e buscando ajuda com seu dentista e higienista, você pode neutralizar seus efeitos e usufruir de uma saúde bucal melhor.
Fonte: Yahoo

Entenda o resultado de uma Urocultura(Exame de Urina)

A urocultura é um exame realizado em laboratório, como complementação do diagnostico de infecção urinaria. Através da urina rotina e do exame clínico, o medico fará o diagnostico de infecção urinaria. O tratamento será iniciado, mas o agente causador da infecção (que pode ser uma bactéria ou fungo), só é identificado através da urocultura. Desta maneira as amostras de urina são submetidas à cultura, quando originárias de pacientes com sintomas de infecção do trato urinário e de pacientes assintomáticos com alto risco de infecção.

Os agentes etiológicos da infecção do trato urinário (ITU), são limitados a poucos microrganismos, de crescimento rápido. Escherichia coli, Enterococcus spp., Klebsiella-Enterobacter spp., Proteus spp., Staphylococcus saprophyticus e Pseudomonas spp., representam a maioria dos agentes, tanto de pacientes hospitalizados quanto da comunidade. Na comunidade, cerca de 80 % das ITU não complicadas são causadas por E.coli. Em pacientes hospitalizados, a Cândida spp., um tipo de fungo, também pode ser o agente causador da infecção.

Como deve ser coletado o material?

Como a urina é um liquido estéril, se a região próxima à saída da uretra não for devidamente higienizada, com eliminação de grande parte da flora local, essas bactérias, que estão presentes normalmente nessa região, poderão contaminar a urina, produzindo uma interpretação errada do resultado do exame. Por isso é fundamental uma higiene local rigorosa.

Procedimentos para uma coleta de Urina adequada
Coleta em mulheres
5. Continuar afastando os grandes lábios para urinar. O primeiro jato de urina deve ser desprezado no vaso sanitário. Colher o jato médio urinário no frasco.
6. Se a paciente estiver menstruada, ou com corrimento e for absolutamente necessário realizar a urocultura, poderá ser introduzido um tampão ou algodão no intróito vaginal, enquanto se procede à coleta da urina.
Coleta em homens:
Após boa lavagem da glande, coletar o jato "médio" diretamente para frasco estéril. Dar atenção especial à higiene local, principalmente nos casos de fimose muito estreita, onde não se consiga um jato diretamente expelido do meato urinário (ou seja, quando a pele está tão próxima, que a urina entra em contato com ela ao ser eliminda).
Coleta em crianças
Os procedimentos descritos acima devem ser realizados tanto nas meninas quanto nos meninos.
Coleta em bebês
No caso das crianças, que não têm controle de esfíncter, fazer uso de saco coletor.
Fazer higienização prévia com água e sabão neutro. Caso não haja micção, trocar o saco coletor a cada 30 minutos, repetindo-se a higienização.
Como deve ser conservado o material?
A urina deve, preferentemente, ser recém emitida e armazenada em frasco estéril, seguindo-se todas as regras de assepsia acima. Caso não seja possível obter a urina no próprio laboratório, ainda é seguro trabalhar com uma urina emitida até 2 horas após a coleta e mantida à temperatura ambiente. Além deste período, deve-se refrigerá-la por no máximo 24 horas, antes do processamento. Após este período, a urina não poderá ser trabalhada.
Como é feita a urocultura?
Após realizar a centrifugação da urina, o sedimento que fica depositado no fundo do tubo de ensaio, é espalhado em placas de Agar, onde a bactéria irá se desenvolver. O bacteriologista selecionará as amostras que crescerem (o tempo necessário para o crescimento é de 48 horas, mas com 24 horas já é possível observar algum crescimento) e fará um repique sobre nova placa, na qual será feito o "Antibiograma", que definirá a qual tipo de antibiótico a bactéria é sensível e a qual tipo ela é resistente. O antibiograma é parte fundamental da urocultura, já que orientará o médico em sua decisão terapêutica.
Como é feita a interpretação do resultado?
Urocultura Negativa ou inferior a 10.000 colônias/ml
Existem casos de falsa - leucocitúria (infestação por Trichomonas vaginalis, infecção por bactérias anaeróbias, Mycobacterium, Mycoplasma, Ureaplasma, Chlamydia, fungos, vírus; presença de corpo estranho nas vias baixas como cálculo, pêlo púbico, etc.) que podem gerar alguma dificuldade na interpretação do exame.
Urocultura positiva ou superior a 10.000 colônias/ml sem leucocitúria:
Urocultura positiva ou superior a 10.000 colônias/ml com leucocitúria:
Quanto tempo demora o resultado do exame?
Para o exame completo, urocultura e antibiograma, são gastos aproximadamente 4 dias.

Fonte: + boa saúde.

Diga um “até logo” a herpes labial.

Se você tem tendência a herpes, evite nozes, sementes e chocolate. Eles contêm arginina, aminoácido que pode desencadear o herpes e acabar com a chance de arrasar naquela festa tão esperada.

1 - Tome suplementos naturais. É possível tomar o aminoácido lisina ou aplicá-lo na forma de creme. A vitamina C e os flavonóides ajudam a melhorar a imunidade; as ervas equinácea e hidraste têm propriedades antivirais e antibióticas naturais.
2 - Quando começar a latejar, aplique um cubo de gelo no local ou, para anestesiar a irritação, aplique uma bebida alcoólica, como gim ou vodca.
3 - Use hamamélis para secar o herpes. Ou misture 10 gotas de óleo de gerânio ou eucalipto com 25 ml de água, agite e aplique com um algodão várias vezes ao dia.Ambos são adstringentes e anti-sépticos. A pomada de tuia (à venda em lojas de produtos naturais) acelera a cicatrização.
4 - Use filtro solar para bloquear o sol e o vento, dois elementos que ativam o herpes em algumas pessoas, e para prevenir recorrências.

(Fonte: Salve o Meio Ambiente – Reader’s Digest)

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Tire suas dúvidas sobre os anticoncepcionais

Mesmo depois de 50 anos do surgimento da primeira pílula anticoncepcional, o método contraceptivo ainda causa confusão na cabeça das mulheres. Dúvidas relacionadas à sexualidade, peso, cabelo, pele e acne estão entre os principais mitos e incompreensões sobre o uso do contraceptivo.
Apesar dos vários mitos, a pílula ainda se mostra a “grande parceira” da mulher moderna tanto que a grande maioria quando adota sua pílula, sob orientação do ginecologista, não quer largar mais. Essa é a conclusão de uma pesquisa realizada pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO) e pelo IBOPE, com apoio da Janssen-Cilag Farmacêutica, que revelou que 85% das mulheres estão satisfeitas com sua pílula e 70% não tem intenção de trocar de método.
O ginecologista Gerson Lopes, da FEBRASGO, desmitifica as principais dúvidas:
- 72% das mulheres acreditam que a pílula aumenta o peso.
Os primeiros medicamentos tinham elevadas taxas de hormônio. Atualmente essas quantidades são reduzidas. Além disso, não há estudos científicos que mostrem aumento significativo de peso com o uso da pílula.
- Para 62% das mulheres, a pílula não altera ou aumenta as lesões no rosto.
Uma das causas do aparecimento da acne é a variação dos níveis de hormônios masculinos presentes no organismo feminino. Algumas pílulas reduzem essas hormônios do sexo oposto.
- 80% das entrevistadas afirmarem que o anticoncepcional não melhora ou não influencia a oleosidade do cabelo.
Estudos mostram que alguns tipos de pílula diminuem a oleosidade capilar.
- Para 72% das entrevistadas, a pílula não tem influência no desejo sexual.
Estudos mostram que alguns tipos de pílula favorecem a libido, enquanto outros diminuem o desejo sexual.
- 68% das mulheres acreditam que a pílula anticoncepcional diminui ou não altera a TPM ou Síndrome Pré-Menstrual.
A pílula é eficaz em impedir a ovulação, e alguns medicamentos diminuem a retenção de líquido, que são eficazes na prevenção da Tensão Pré-Menstrual.
Fonte: Yahoo